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Centrais capixabas estarão presentes na 6ª Marcha da Classe Trabalhadora
Geral ( http://www.sindinoticias.com.br Abrir link )
Segunda-feira, 9 de Novembro de 2009
 

Com intuito de pressionar a Câmara dos Deputados a votar a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, será realizada nesta quarta-feira (11) a 6ª Marcha da Classe Trabalhadora a Brasília.

A redução da jornada semanal de trabalho para 40 horas semanais é a principal reivindicação de milhares de trabalhadores de todos os estados do País que participarão da 6ª Marcha da Classe Trabalhadora. A marcha é organizada pelas centrais sindicais - Força Sindical, CUT, CTB, CGTB, NCST e UGT - que está na sexta edição. A atividade começa às 9 horas, no Estádio Mané Garrincha e termina com um ato em frente o Congresso Nacional.

Do Espírito Santo, só da Nova Central Sindical dos Trabalhadores (NCST/ES) sairão quarenta e seis representantes de sindicatos filiados a NCST capixaba. Ao Jornal Sindinoticias o Presidente da central, Lauro Queiroz Rabelo, explicou que esse é um ato muito importante e necessário. “Se nós não nos reunirmos para fazer uma pressão para que a redução da jornada seja votada ela vai ficar para o ano que vem. Se a gente não fizer uma mobilização a necessidade do trabalhador vai ficando esquecida, porque o trabalhador não tem muitos representantes na Câmara dos Deputados, a maioria dos Deputados são empresários e o principal interesse deles não são os trabalhadores”.  

Conquistas

A marcha, que é realizada unitariamente pelas centrais, tem sido um importante instrumento político de pressão para obter conquistas para a classe trabalhadora.

Uma dessas conquistas foi a política de recuperação e valorização do salário mínimo que irá vigorar até 2023. O projeto de lei (PL 1/07) está em fase final discussão na Câmara dos Deputados. Se for aprovado, vai à sanção presidencial.

As reivindicações dos trabalhadores nesta marcha são:

- Redução da jornada semanal de trabalho para 40h;
- Aprovação do PL 1/07, que trata do salário mínimo;
- Ratificação das convenções 151 e 158, da OIT;
- Não a precarização: retirada dos projetos sobre terceirização, PLs 4.302/98 e 4.330/04;
- Aprovação da PEC 438/01, que penaliza o trabalho escravo;
- Trabalho Decente; e
- O pré-sal é nosso.

 

Por: Redação

 
 
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